Bom pessoal,
O curso foi criado em 2010 pouco após a criação do Ministério da Defesa, que também anunciou que abriria vagas para civis. Cerca de 300 vagas.
O cargo seria o de Analista de Defesa, porém, até hoje estamos esperando... Kkkk
Seria maravilhoso se abrisse, não?
Aqui vai um pouco da história do Ministério da Defesa e uma entrevista sobre os cargos para civis:
Ministério da Defesa
O Ministério da Defesa foi criado para que nenhuma das forças armadas se sobrepusesse umas às outras, como era o caso do Exército desde a Guerra do Paraguai.
A participação de civis também é de extrema importância afim de que haja troca entre as partes.
"Nós fazemos a guerra, mas quem dá a ordem da guerra, é quase sempre um civil"
Analista de Defesa
Analista de Defesa - Ministério da Defesa
Esperamos que este momento "oportuno" seja em breve, afinal, o Brasil precisa rever suas prioridades e projetos políticos nacionais e internacionais...
Não há forma de sermos potência enquanto priorizarmos interesses estrangeiros diante dos nacionais.
Boa leitura!
quarta-feira, 31 de janeiro de 2018
segunda-feira, 29 de janeiro de 2018
Manual do Calouro de DGEI
Olá pessoal!
Aos interessados em saber cada vez um pouquinho mais de DGEI, disponibilizado pelo Centro Acadêmico de DGEI, disponibilizamos o Manual do Calouro!
Bem vindos!
Manual do Calouro de DGEI
Aos interessados em saber cada vez um pouquinho mais de DGEI, disponibilizado pelo Centro Acadêmico de DGEI, disponibilizamos o Manual do Calouro!
Bem vindos!
Manual do Calouro de DGEI
domingo, 21 de janeiro de 2018
Atualizando o blog dois anos após a última postagem
Bom dia a todos!
Feliz 2018 e... vamos lá vestibulandos!
Como dá para notar, o blog ficou dois anos sem postagens.
Isso tem uma razão. Perdi acesso ao blog porque a google inventou que eu tinha que criar uma conta paga para manter o blog.
Somente esta semana consegue reaver meu acesso.
Bem, das últimas notícias temos que DGEI segue firme e forte. Tive o prazer de acompanhar a VI SDGEI há pouquíssimo tempo e, alunos que vieram tirar dúvidas comigo sobre DGEI estavam lá, apresentando a semana, super engajados com a proposta DGEI.
O tema foi maravilhoso, com ótimas palestras e ótimos mini cursos.
A quem tiver interesse de viver um pouco do mundo de DGEI antes de ingressar no curso, a Semana de Defesa é uma ótima forma de conviver um pouco dentro do ambiente de DGEI.
Aos interessados, a semana acadêmica costuma ocorrer no segundo semestre e o site é:
www.semanadefesa.com.br
A grade mudou mais uma vez, então, espero em breve poder atualizá-los sobre como está atualmente.
Os egressos de DGEI, assim como eu, estamos tentando inclusões do curso de DGEI no vocabulário e no dia-a-dia de empresas, buscando apoio da UFRJ e dos professores para termos sempre maiores oportunidades no mercado de trabalho.
Estamos buscando contato com a Petrobrás para que abra mais suas portas para nós, analistas de defesa, dado que o petróleo é um dos recursos que mais exigem nossos conhecimentos. Basta olhar os conflitos no Oriente Médio, certo? No final, os conflitos e as guerras que envolvem intervenção do ocidente por lá sempre se resumem ao ouro negro...
Nós também estamos em vista de poder participar de monitorias aos alunos de DGEI e da próxima reforma de grade, que visa sempre melhorar os conhecimentos dos alunos nesta área em constante mutação.
Para quem quiser se atualizar por dentro do curso mesmo, deixo aqui o link do Centro Acadêmico de DGEI, com acesso livre a todos os interessados no facebook:
https://www.facebook.com/cadgei/?hc_ref=ARRrlBT_VgDrUcrUvnKSy99Pl7r7W3M9Stg9_97nMT5nd87LqkIqmn2JBNy6TsRkrD4
Em breve, mais novidades!
E aos aprovados no ENEM, BEM VINDOS!!!
Feliz 2018 e... vamos lá vestibulandos!
Como dá para notar, o blog ficou dois anos sem postagens.
Isso tem uma razão. Perdi acesso ao blog porque a google inventou que eu tinha que criar uma conta paga para manter o blog.
Somente esta semana consegue reaver meu acesso.
Bem, das últimas notícias temos que DGEI segue firme e forte. Tive o prazer de acompanhar a VI SDGEI há pouquíssimo tempo e, alunos que vieram tirar dúvidas comigo sobre DGEI estavam lá, apresentando a semana, super engajados com a proposta DGEI.
O tema foi maravilhoso, com ótimas palestras e ótimos mini cursos.
A quem tiver interesse de viver um pouco do mundo de DGEI antes de ingressar no curso, a Semana de Defesa é uma ótima forma de conviver um pouco dentro do ambiente de DGEI.
Aos interessados, a semana acadêmica costuma ocorrer no segundo semestre e o site é:
www.semanadefesa.com.br
A grade mudou mais uma vez, então, espero em breve poder atualizá-los sobre como está atualmente.
Os egressos de DGEI, assim como eu, estamos tentando inclusões do curso de DGEI no vocabulário e no dia-a-dia de empresas, buscando apoio da UFRJ e dos professores para termos sempre maiores oportunidades no mercado de trabalho.
Estamos buscando contato com a Petrobrás para que abra mais suas portas para nós, analistas de defesa, dado que o petróleo é um dos recursos que mais exigem nossos conhecimentos. Basta olhar os conflitos no Oriente Médio, certo? No final, os conflitos e as guerras que envolvem intervenção do ocidente por lá sempre se resumem ao ouro negro...
Nós também estamos em vista de poder participar de monitorias aos alunos de DGEI e da próxima reforma de grade, que visa sempre melhorar os conhecimentos dos alunos nesta área em constante mutação.
Para quem quiser se atualizar por dentro do curso mesmo, deixo aqui o link do Centro Acadêmico de DGEI, com acesso livre a todos os interessados no facebook:
https://www.facebook.com/cadgei/?hc_ref=ARRrlBT_VgDrUcrUvnKSy99Pl7r7W3M9Stg9_97nMT5nd87LqkIqmn2JBNy6TsRkrD4
Em breve, mais novidades!
E aos aprovados no ENEM, BEM VINDOS!!!
sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
Formatura turma 2011.2
Olá pessoal,
Eis que me formo sendo parte da primeira turma de DGEI a realizar uma solenidade para Colação de Grau.
Gostaria de compartilhar com os senhores fotos deste momento e dizer que me sinto muito orgulhosa de fazer parte desta família e estou com muitas expectativas boas a respeito do futuro com DGEI.
A cerimônia foi marcada por muitas boas lembranças, pela despedida da professora Maria Isabel como coordenadora, depois de cinco anos ao nosso lado e pelas boas vindas à Professora Sandra Maria Becker como coordenadora de nosso curso.
Nosso professor homenageado foi o Professor Eduardo Crespo, que nos deu aula desde o início e outros como Larissa Rosevics e Valéria Ribeiro também foram lembrados.
Nossa turma se iniciou com 60 alunos, alguns desistiram mas a maioria completou o curso, tendo apenas que apresentar o trabalho final, o famoso TCC que tanto nos tira o sono.
Aos interessados, todos os TCCs apresentados até agora estão no site do curso: dgei.ufrj.br e como poderão ver, abordam os mais diferentes temas sobre defesa, segurança e política.
Em breve, espero que muitos de vocês possam fazer parte desta família.
Dgei só tem na UFRJ no Brasil inteiro e a UFRJ é a primeira Universidade do país.
É muito orgulho gente!
Em breve postarei uma entrevista com a aluna Marianne Taylor, leitora de nosso blog e hoje aluna de Dgei com orgulho e já nos representando no Centro Acadêmico e envolvida fortemente com o curso.
Deixo as fotos para os senhores.
Eis que me formo sendo parte da primeira turma de DGEI a realizar uma solenidade para Colação de Grau.
Gostaria de compartilhar com os senhores fotos deste momento e dizer que me sinto muito orgulhosa de fazer parte desta família e estou com muitas expectativas boas a respeito do futuro com DGEI.
A cerimônia foi marcada por muitas boas lembranças, pela despedida da professora Maria Isabel como coordenadora, depois de cinco anos ao nosso lado e pelas boas vindas à Professora Sandra Maria Becker como coordenadora de nosso curso.
Nosso professor homenageado foi o Professor Eduardo Crespo, que nos deu aula desde o início e outros como Larissa Rosevics e Valéria Ribeiro também foram lembrados.
Nossa turma se iniciou com 60 alunos, alguns desistiram mas a maioria completou o curso, tendo apenas que apresentar o trabalho final, o famoso TCC que tanto nos tira o sono.
Aos interessados, todos os TCCs apresentados até agora estão no site do curso: dgei.ufrj.br e como poderão ver, abordam os mais diferentes temas sobre defesa, segurança e política.
Em breve, espero que muitos de vocês possam fazer parte desta família.
Dgei só tem na UFRJ no Brasil inteiro e a UFRJ é a primeira Universidade do país.
É muito orgulho gente!
Em breve postarei uma entrevista com a aluna Marianne Taylor, leitora de nosso blog e hoje aluna de Dgei com orgulho e já nos representando no Centro Acadêmico e envolvida fortemente com o curso.
Deixo as fotos para os senhores.
Aos que tiverem dúvidas sobre Dgei, me enviem para o email dominique_m_souza@live.com
Bom final de ano a todos e boa sorte no vestibular!
domingo, 11 de outubro de 2015
V SEMANA DE DEFESA
Olá pessoal,
Este ano, em 20, 21 e 22 de outubro, estaremos realizando a V Semana de Defesa, a semana acadêmica do curso de Defesa e Gestão Estratégica Internacional, no Auditório do Bloco A do Centro de Tecnologia, Campus do Fundão, Cidade Universitária - UFRJ - RJ
O evento tratará do tema A NOVA AGENDA DE SEGURANÇA INTERNACIONAL - O PANORAMA BRASILEIRO, onde teremos palestrantes especializados no assunto, além da presença do corpo docente do curso de DGEI discutindo o assunto.
Pelas manhãs dos dias 21 e 22, a semana oferecerá minicursos sobre o tema e tudo dará certificado de participação, que valem como horas de atividades extras para você, graduando na área de ciências humanas.
Para quem pensar em entrar no curso de DGEI, é uma ótima oportunidade de estar em contato direto com os alunos e professores e viver um pouco do nosso dia a dia!
Vem conhecer DGEI - um dos 6 cursos com nota máxima na avaliação do MEC entre os 199 cursos de graduação oferecidos pela UFRJ, sempre entre as melhores universidades do país!
Venha fazer parte de um curso nota máxima, na UNIVERSIDADE DO BRASIL!
*universidade de brasil é o nome original da UFRJ, a primeira universidade federal do país.
INSCRIÇÕES NO SITE www.semanadefesa.com.br
PROGRAMAÇÃO NO SITE
Este ano, em 20, 21 e 22 de outubro, estaremos realizando a V Semana de Defesa, a semana acadêmica do curso de Defesa e Gestão Estratégica Internacional, no Auditório do Bloco A do Centro de Tecnologia, Campus do Fundão, Cidade Universitária - UFRJ - RJ
O evento tratará do tema A NOVA AGENDA DE SEGURANÇA INTERNACIONAL - O PANORAMA BRASILEIRO, onde teremos palestrantes especializados no assunto, além da presença do corpo docente do curso de DGEI discutindo o assunto.
Pelas manhãs dos dias 21 e 22, a semana oferecerá minicursos sobre o tema e tudo dará certificado de participação, que valem como horas de atividades extras para você, graduando na área de ciências humanas.
Para quem pensar em entrar no curso de DGEI, é uma ótima oportunidade de estar em contato direto com os alunos e professores e viver um pouco do nosso dia a dia!
Vem conhecer DGEI - um dos 6 cursos com nota máxima na avaliação do MEC entre os 199 cursos de graduação oferecidos pela UFRJ, sempre entre as melhores universidades do país!
Venha fazer parte de um curso nota máxima, na UNIVERSIDADE DO BRASIL!
*universidade de brasil é o nome original da UFRJ, a primeira universidade federal do país.
INSCRIÇÕES NO SITE www.semanadefesa.com.br
PROGRAMAÇÃO NO SITE
quinta-feira, 16 de abril de 2015
Colação de Grau DGEI 2015
Olá pessoal, segue uma pequena entrevista com um dos alunos formandos deste período para dar uma ideia para vocês.
=)
Entrevista com Victor Fortunato, 25 anos, Bacharel em Defesa e Gestão Estratégica Internacional, Analista de Defesa e Gestor Estratégico Internacional, como quiserem... =)
Victor, quais são suas expectativas agora que está formado?
"Primeiramente honrar o juramento do curso de Defesa e Gestão Estratégica Internacional, cumprindo a honraria profissional que me foi dada com competência de conhecimento e a ética necessária. Quanto a meu futuro, de fato, espero, assim como todos, prosperar no mercado de trabalho ou empreender, formando assim um futuro digno pra mim e pra minha família. O curso é novo e nós, como primeiros formandos, devemos levar esse legado e construir nosso nome perante a sociedade. Ele nos dá um leque de opções de área para atuação e devemos tirar muito proveito disso."
Os quatro anos passaram rápido? Você notou diferença em si mesmo desde que entrou até o momento ontem da colação? O que passava na sua cabeça ontem?
"Realmente passaram muuuuuito rápido, parecia que era ontem que estava entrando na sala pela primeira vez na aula de Julgamento e Tomada de Decisão com o Mauricio Mittelman do Instituto Coppead.
Fiz amigos, evolui como profissional e como pessoa, em outras palavras, saio com um saldo incrivelmente positivo e com uma bagagem cultural que ninguém vai conseguir tirar.
...Na minha cabeça ontem apenas foi o relaxamento do êxtase do dever cumprido".
Qual foi o período onde sentiu mais dificuldade em continuar em um curso novo?
"Não me lembro exatamente o período, mas houve uma época que o curso teve fortemente perto de acabar e virar Relações Internacionais ou Economia política internacional. Nesse momento foi onde tive um verdadeiro temor."
E o que te fez continuar?
"Não tinha muitas opções fora isso rs. Mas tenho muito orgulho do que eu construí aqui."
Quais matérias mais gostou? E quais menos gostou?
"Assim... teve uma que não é que eu não tenha gostado, foi o que causou mais transtorno, que foi Metodologia II, com a Ariane. Quanto às mais divertidas, foram as de Direito com o professor Luiz Felipe Osório."
Isso porque ele não te reprovou né?!
RSRSRSRS =X
Que conselho você daria aos alunos de DGEI?
"Elevem o nível do curso e continuem a trilhar o caminho de sucesso, que tenho certeza que DGEI terá."
É isso pessoal, tentei passar um pouco da visão de um formado em Defesa e Gestão Estratégica Internacional para vocês.
Abraços!
=)
Entrevista com Victor Fortunato, 25 anos, Bacharel em Defesa e Gestão Estratégica Internacional, Analista de Defesa e Gestor Estratégico Internacional, como quiserem... =)
Victor, quais são suas expectativas agora que está formado?
"Primeiramente honrar o juramento do curso de Defesa e Gestão Estratégica Internacional, cumprindo a honraria profissional que me foi dada com competência de conhecimento e a ética necessária. Quanto a meu futuro, de fato, espero, assim como todos, prosperar no mercado de trabalho ou empreender, formando assim um futuro digno pra mim e pra minha família. O curso é novo e nós, como primeiros formandos, devemos levar esse legado e construir nosso nome perante a sociedade. Ele nos dá um leque de opções de área para atuação e devemos tirar muito proveito disso."
Os quatro anos passaram rápido? Você notou diferença em si mesmo desde que entrou até o momento ontem da colação? O que passava na sua cabeça ontem?
"Realmente passaram muuuuuito rápido, parecia que era ontem que estava entrando na sala pela primeira vez na aula de Julgamento e Tomada de Decisão com o Mauricio Mittelman do Instituto Coppead.
Fiz amigos, evolui como profissional e como pessoa, em outras palavras, saio com um saldo incrivelmente positivo e com uma bagagem cultural que ninguém vai conseguir tirar.
...Na minha cabeça ontem apenas foi o relaxamento do êxtase do dever cumprido".
Qual foi o período onde sentiu mais dificuldade em continuar em um curso novo?
"Não me lembro exatamente o período, mas houve uma época que o curso teve fortemente perto de acabar e virar Relações Internacionais ou Economia política internacional. Nesse momento foi onde tive um verdadeiro temor."
E o que te fez continuar?
"Não tinha muitas opções fora isso rs. Mas tenho muito orgulho do que eu construí aqui."
Quais matérias mais gostou? E quais menos gostou?
"Assim... teve uma que não é que eu não tenha gostado, foi o que causou mais transtorno, que foi Metodologia II, com a Ariane. Quanto às mais divertidas, foram as de Direito com o professor Luiz Felipe Osório."
Isso porque ele não te reprovou né?!
RSRSRSRS =X
Que conselho você daria aos alunos de DGEI?
"Elevem o nível do curso e continuem a trilhar o caminho de sucesso, que tenho certeza que DGEI terá."
É isso pessoal, tentei passar um pouco da visão de um formado em Defesa e Gestão Estratégica Internacional para vocês.
Abraços!
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
Vídeo Cine Defesa
https://www.youtube.com/watch?v=rnMMdn2ye00
Gostaria de pedir atenção especial a todos para este vídeo, elaborado, mais uma vez, pelo grande professor Henrique.
Falei no vídeo sobre todas as disciplinas, mas esqueci de falar das optativas.
Dentre as optativas, temos CineDefesa. Nessa aula, o professor passa vários filmes, com assuntos interessantíssimos para entendermos mais sobre dgei.
Esse vídeo dá especial dimensão do que temos pela frente.
À aqueles que não compreendem nossa aplicabilidade no mundo, vejam. Apenas vejam.
É difícil enxergar o mercado de trabalho de Dgei, porque estamos em todos os lugares!
Parabéns ao professor pelo vídeo e para o aluno que fez a edição!
Este é o canal de Cine Defesa, aos interessados:
https://www.youtube.com/user/cinedefesa
Não percam CineDefesa calouros de 2015.1!!!
Outros vídeos de Dgei
https://www.youtube.com/watch?v=GDHpdtrfeuk
https://www.youtube.com/watch?v=DatY-iVZ63c
https://www.youtube.com/watch?v=rnMMdn2ye00
Pra quem quiser já se imaginar no nosso trote, lá vai:
https://www.youtube.com/watch?v=-_BBRnmj5R0
https://www.youtube.com/watch?v=DatY-iVZ63c
https://www.youtube.com/watch?v=rnMMdn2ye00
Pra quem quiser já se imaginar no nosso trote, lá vai:
https://www.youtube.com/watch?v=-_BBRnmj5R0
Algumas dicas de como entender DGEI
Olá pessoal, fiz um vídeo tentando esclarecer o que estudamos, falando um pouquinho de cada disciplina e por ai, tentar ajudá-los a enxergar possibilidades no mercado de trabalho.
https://www.youtube.com/watch?v=IQYT9UiOuyw
https://www.youtube.com/watch?v=IQYT9UiOuyw
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
Mercado de Trabalho
O vestibulando Marcos André veio até meu facebook pedir melhores esclarecimentos a respeito do mercado de trabalho... Me senti um pouco estranha por não ter sido tão direta quanto a isso no blog, dessa vez, tentarei deixar diversas opções de trabalho para nós, pessoal de DGEI:
Baseado no material muito bem elaborado pelo professor Henrique, que se importa muito com o futuro e com a qualidade do curso de DGEI, os órgãos que demandam os alunos de DGEI são:
- Ministério da Educação
- Ministério da Defesa
- Base Industrial de Defesa
- Academia
Segundo pesquisa feita pelo professor, 82% das matrículas estão ativas, 13% trancadas e apenas 5% de desistências.
Um fato importante destacado pelo professor é que Defesa não é um tema da moda. É um assunto permanente para um país e este curso estava faltando num país como o Brasil, que vem crescendo muito nos últimos anos.
Teremos as competências de:
- Funcionalismo Público (Analista de Defesa, Segurança e Assuntos Estratégicos, Analista de Segurança Pública, Defesa Civil, Mobilização e Inteligência, Consultor de Infraestrutura Crítica, Diplomata e Paradiplomata, Analista de Comércio Exterior e Cooperação Internacional). Órgãos que necessitam desses cargos: Ministério da Defesa e Secretaria de Assuntos Estratégicos, Secretarias de Segurança Pública e Conselhos de Guarda Municipal, Ministérios, Secretarias, Assessorias e Agências Reguladoras, Congresso Nacional e Assembleias Legislativas, Empresas Públicas e Autarquias)
- Carreira Institucional (Agências, Programas e Fundos das Nações Unidas, Organizações Internacionais Regionais, de Segurança, de Finanças e Temáticas, Voluntário, Contrato e Carreira, Missões de Paz, Agente Humanitário, Mediador, Observador Eleitoral). Essas carreiras merecem mais atenção, pois falta no Brasil a postura de ativismo social. Para ser voluntário da ONU, por exemplo, é preciso ter mais de 25 anos e ensino superior completo. Mas é uma bagagem e tanta não só de experiência de vida, como profissional.
- Gestão Estratégica (Gestor de projetos Estratégicos da base industrial de Defesa, Consultor de Relações Institucionais, Consultor de Produtos Estratégicos de Segurança e Defesa, Representante de Entidades de classe, Analista de Comércio Exterior, Licitações e Tributos, Operador Logístico, de Produção e de Operações, Analista de Segurança Privada)
- Mídia e Cultura (Cobertura de Guerra, Eventos Globais, Encontros de Cúpula, Editor de Análise de Conjuntura, Gestor de redes sociais e de Impacto na Mídia, Museus Militares, Centros Culturais e Arquivos Históricos, Promotor de eventos na área de Defesa, Segurança e Estratégia)
- Ensino e Pesquisa (Estudos de Segurança em Relações Internacionais, Estudos Estratégicos nas Universidades e Escolas Militares, Novos cursos de Graduação em Defesa, Segurança e Estratégia, Disciplinas de Segurança e Teoria nos cursos de Gestão Pública, Comércio Exterior, Secretariado Executivo e Turismo)
Pessoal, isso tudo acima foi contribuição do professor Henrique Paiva, agora vou dar minha contribuição como aluna do curso:
Eu, Dominique, na prática, consegui um estágio no Centro Brasileiro de Relações Internacionais em setembro de 2014. Lá fazíamos pesquisa em sustentabilidade, mas o CEBRI também faz pesquisas com relação a todos os temas possíveis para o Brasil. É um dos maiores think tanks do mundo. O que me ajudou a conseguir a vaga foi ter participado de todos os eventos organizados por alunos do curso, de várias iniciativas dos alunos e muita leitura, inclusive o inglês e até mesmo este blog aqui. Quanto mais vocês se dispuserem a fazer na universidade, maiores as chances de se conseguir um estágio durante a graduação. No CEBRI pude perceber como é mais afundo o ambiente de Relações Internacionais. É muita pesquisa, muita dedicação de tempo, é leitura e muita releitura para que tudo esteja pronto para ser apresentado ao mundo. São muitos contatos. Contatos com empresas, governadores, prefeitos, cidades, estados, etc... Precisa-se pesquisar muito e nem sempre é fácil. O inglês é um requisito inquestionável para quem quer seguir com DGEI. Aos que querem seguir as carreiras de empresa, estejam preparados para a "alienação do trabalhador", pois trabalhar fora de 9 às 18, 19 horas não te deixa tempo para mais nada, fazendo com que você apenas queira ver uma televisão ao chegar em casa e dormir. Chamamos isso de alienação do trabalhador. Não posso dizer por todos, mas pela maioria. Caso você tenha muita força de vontade e de planejamento pessoal, sua vida irá fluir, mas caso seja uma pessoa um pouco enrolada, não irá sobrar tempo para quase nada... A não ser que você durma 3 horas por dia. Tem que ter muita disposição para ir malhar depois do trabalho, cuidar de casa, mercado, contas, etc...
Mas o que é legal, é você ver que seu trabalho tem efeito no seu país, estado, cidade.
Vejam bem, muitos cargos de trabalho também te deixarão ocupado o dia inteiro, mas posso dizer que essa área de pesquisa irá com certeza. Não disse que só esse cargo seria assim, entendem?
Os trabalhadores de lá só vão para casa de noite. É muita carga horária.
Eu, particularmente, prefiro seguir a carreira acadêmica, fazer mestrados, dar aulas, aproveitar do meu conhecimento para escrever sobre, buscar revistas e livros sobre o tema para publicar... Prefiro algo mais flexível. Dar aulas aqui e lá, estudar com tempo flexível, enfim... Nem tudo são rosas, mas empresas definitivamente não dão para mim. Detesto me sentir presa, então, aconselho a vocês a pensarem muito sobre algumas características de personalidade de vocês antes de entrarem em DGEI, ou antes de escolherem carreiras e tal.
DGEI promete muita coisa, mas tem que ralar.
Não é como outras profissões liberais onde o profissional pode fazer seu horário, como psicologia, medicina, etc.
Na carreira acadêmica, por exemplo, a exigência de formação será contínua e pelo resto da vida. Nunca irei parar de estudar, mas eu, Dominique, gosto disso. Vocês gostam?
Penso que tudo o que envolva DGEI, exigirá muitos idiomas, muitos conhecimentos, muita leitura, muita dedicação, muita proatividade, muito interesse, muito tudo. Agora, garanto que a conquista de cada um desses cargos citados acima pelo professor Henrique, valerá cada gota de suor. É muito mais legal você perceber que contribuiu para mudar seu país do que ficar dentro de um escritório ou consultório esperando pelo próximo paciente, pelo menos eu acho isso.
Imagina participar de trabalhos com crianças africanas carentes, guerras e paz, segurança no seu país, contribuir diretamente para a melhoria da condição social de tantas e tantas famílias?!
Eu admiro isso.
E vocês?
Como profissões que eu enxergo como aluna:
1- Quem tem que entender a conjuntura internacional para ajudar das relações de uma empresa brasileira no exterior? Nós.
Exemplo:
- Quero abrir uma empresa de jornalismo investigativo na Coreia do Norte.
- Vai lá... Aproveita e fala mal do Kim Jong-un.
Gente, não rola! Alguém tem que estudar a situação da Coreia do Norte para dizer se uma proposta dessas é viável.
2- Quem tem que entender se a Petróbrás está podendo se relacionar com os países árabes neste momento frágil para todos por lá? Nós.
3- Fronteiras: O Exército vai lá e faz o serviço, mas nós podemos contribuir com o pensamento estratégico para isso. Como se dão as relações entre Brasil e Colômbia?
4- Saúde: Quais são as políticas que devem ser feitas para contribuir para a melhoria da saúde para uma cidade brasileira, um Estado? Não são somente políticos que fazem isso, aliás, nós também seremos políticos, ainda que não eleitos pelo povo, mas podemos contribuir com estudos e pesquisas.
5- Bioética: As pílulas para não dormir e trabalhar mais são éticas até que ponto?
6- Organizações Internacionais: Diplomacia, Curso Clio... Voluntariado da ONU... ONGs
7- Direito: Questões Humanitárias, Direitos Humanos, Políticas para defender aqueles que realmente precisam da atenção do governo, pessoa discriminadas e sem acesso ao estudo necessário, pessoas dependentes químicas, desempregados, na fila de espera do sus... Direito Internacional Público: Podemos ajudar a entender a posição do Brasil com relação a questões internacionais. Nosso direito vale mais que o direito internacional? Como julgar certos fatores?
8- Guerras, diplomacia: Quais são os melhores caminhos para o Brasil ganhar espaço no mundo lá fora? Quais as melhores posturas e serem tomadas? Devemos nos relacionar com qualquer país, independente do que seus chefes de estado façam com suas populações? O que é interesse? O que é ética? O que é economia? O que é o Estado?
9- Gestão: Matérias do COPPEAD. Saibam mais sobre empresas em DGEI, sim!
10- Questões Globais: Meio Ambiente, por exemplo. Políticas de construção de empresas e cidades sustentáveis.
Temos um imenso leque de possibilidades, mas tem que se lutar pelo lugar ao sol. Nada virá facilmente em DGEI, a menos que você tenha uma família que já tenha aberto portas para você.
Pessoal, tem muita coisa para ler aí, acho que vocês terão que ler algumas vezes para pegar tudo. Tentei ser realista. Não adianta prometer que seremos os grandes "jogadores de WAR do mundo" (piada interna, quem entrar, entenderá) =), que faremos e colocaremos para funcionar políticas e que mudaremos o mundo, sem muito esforço para isso. Tem que ler muito e se dedicar muito, mas o prêmio será muito bem recebido! A sensação de trabalho cumprido será grandiosa e honrosa.
Boa sorte, Gestores Estratégicos Internacionais!
A nota do enem saiu hein, Corram já!
Baseado no material muito bem elaborado pelo professor Henrique, que se importa muito com o futuro e com a qualidade do curso de DGEI, os órgãos que demandam os alunos de DGEI são:
- Ministério da Educação
- Ministério da Defesa
- Base Industrial de Defesa
- Academia
Abaixo, um gráfico de disciplinas que estudamos e depois, um quadro das disciplinas divididas por áreas de conhecimento:
Segundo pesquisa feita pelo professor, 82% das matrículas estão ativas, 13% trancadas e apenas 5% de desistências.
Um fato importante destacado pelo professor é que Defesa não é um tema da moda. É um assunto permanente para um país e este curso estava faltando num país como o Brasil, que vem crescendo muito nos últimos anos.
Teremos as competências de:
- Funcionalismo Público (Analista de Defesa, Segurança e Assuntos Estratégicos, Analista de Segurança Pública, Defesa Civil, Mobilização e Inteligência, Consultor de Infraestrutura Crítica, Diplomata e Paradiplomata, Analista de Comércio Exterior e Cooperação Internacional). Órgãos que necessitam desses cargos: Ministério da Defesa e Secretaria de Assuntos Estratégicos, Secretarias de Segurança Pública e Conselhos de Guarda Municipal, Ministérios, Secretarias, Assessorias e Agências Reguladoras, Congresso Nacional e Assembleias Legislativas, Empresas Públicas e Autarquias)
- Carreira Institucional (Agências, Programas e Fundos das Nações Unidas, Organizações Internacionais Regionais, de Segurança, de Finanças e Temáticas, Voluntário, Contrato e Carreira, Missões de Paz, Agente Humanitário, Mediador, Observador Eleitoral). Essas carreiras merecem mais atenção, pois falta no Brasil a postura de ativismo social. Para ser voluntário da ONU, por exemplo, é preciso ter mais de 25 anos e ensino superior completo. Mas é uma bagagem e tanta não só de experiência de vida, como profissional.
- Gestão Estratégica (Gestor de projetos Estratégicos da base industrial de Defesa, Consultor de Relações Institucionais, Consultor de Produtos Estratégicos de Segurança e Defesa, Representante de Entidades de classe, Analista de Comércio Exterior, Licitações e Tributos, Operador Logístico, de Produção e de Operações, Analista de Segurança Privada)
- Mídia e Cultura (Cobertura de Guerra, Eventos Globais, Encontros de Cúpula, Editor de Análise de Conjuntura, Gestor de redes sociais e de Impacto na Mídia, Museus Militares, Centros Culturais e Arquivos Históricos, Promotor de eventos na área de Defesa, Segurança e Estratégia)
- Ensino e Pesquisa (Estudos de Segurança em Relações Internacionais, Estudos Estratégicos nas Universidades e Escolas Militares, Novos cursos de Graduação em Defesa, Segurança e Estratégia, Disciplinas de Segurança e Teoria nos cursos de Gestão Pública, Comércio Exterior, Secretariado Executivo e Turismo)
Pessoal, isso tudo acima foi contribuição do professor Henrique Paiva, agora vou dar minha contribuição como aluna do curso:
Eu, Dominique, na prática, consegui um estágio no Centro Brasileiro de Relações Internacionais em setembro de 2014. Lá fazíamos pesquisa em sustentabilidade, mas o CEBRI também faz pesquisas com relação a todos os temas possíveis para o Brasil. É um dos maiores think tanks do mundo. O que me ajudou a conseguir a vaga foi ter participado de todos os eventos organizados por alunos do curso, de várias iniciativas dos alunos e muita leitura, inclusive o inglês e até mesmo este blog aqui. Quanto mais vocês se dispuserem a fazer na universidade, maiores as chances de se conseguir um estágio durante a graduação. No CEBRI pude perceber como é mais afundo o ambiente de Relações Internacionais. É muita pesquisa, muita dedicação de tempo, é leitura e muita releitura para que tudo esteja pronto para ser apresentado ao mundo. São muitos contatos. Contatos com empresas, governadores, prefeitos, cidades, estados, etc... Precisa-se pesquisar muito e nem sempre é fácil. O inglês é um requisito inquestionável para quem quer seguir com DGEI. Aos que querem seguir as carreiras de empresa, estejam preparados para a "alienação do trabalhador", pois trabalhar fora de 9 às 18, 19 horas não te deixa tempo para mais nada, fazendo com que você apenas queira ver uma televisão ao chegar em casa e dormir. Chamamos isso de alienação do trabalhador. Não posso dizer por todos, mas pela maioria. Caso você tenha muita força de vontade e de planejamento pessoal, sua vida irá fluir, mas caso seja uma pessoa um pouco enrolada, não irá sobrar tempo para quase nada... A não ser que você durma 3 horas por dia. Tem que ter muita disposição para ir malhar depois do trabalho, cuidar de casa, mercado, contas, etc...
Mas o que é legal, é você ver que seu trabalho tem efeito no seu país, estado, cidade.
Vejam bem, muitos cargos de trabalho também te deixarão ocupado o dia inteiro, mas posso dizer que essa área de pesquisa irá com certeza. Não disse que só esse cargo seria assim, entendem?
Os trabalhadores de lá só vão para casa de noite. É muita carga horária.
Eu, particularmente, prefiro seguir a carreira acadêmica, fazer mestrados, dar aulas, aproveitar do meu conhecimento para escrever sobre, buscar revistas e livros sobre o tema para publicar... Prefiro algo mais flexível. Dar aulas aqui e lá, estudar com tempo flexível, enfim... Nem tudo são rosas, mas empresas definitivamente não dão para mim. Detesto me sentir presa, então, aconselho a vocês a pensarem muito sobre algumas características de personalidade de vocês antes de entrarem em DGEI, ou antes de escolherem carreiras e tal.
DGEI promete muita coisa, mas tem que ralar.
Não é como outras profissões liberais onde o profissional pode fazer seu horário, como psicologia, medicina, etc.
Na carreira acadêmica, por exemplo, a exigência de formação será contínua e pelo resto da vida. Nunca irei parar de estudar, mas eu, Dominique, gosto disso. Vocês gostam?
Penso que tudo o que envolva DGEI, exigirá muitos idiomas, muitos conhecimentos, muita leitura, muita dedicação, muita proatividade, muito interesse, muito tudo. Agora, garanto que a conquista de cada um desses cargos citados acima pelo professor Henrique, valerá cada gota de suor. É muito mais legal você perceber que contribuiu para mudar seu país do que ficar dentro de um escritório ou consultório esperando pelo próximo paciente, pelo menos eu acho isso.
Imagina participar de trabalhos com crianças africanas carentes, guerras e paz, segurança no seu país, contribuir diretamente para a melhoria da condição social de tantas e tantas famílias?!
Eu admiro isso.
E vocês?
Como profissões que eu enxergo como aluna:
1- Quem tem que entender a conjuntura internacional para ajudar das relações de uma empresa brasileira no exterior? Nós.
Exemplo:
- Quero abrir uma empresa de jornalismo investigativo na Coreia do Norte.
- Vai lá... Aproveita e fala mal do Kim Jong-un.
Gente, não rola! Alguém tem que estudar a situação da Coreia do Norte para dizer se uma proposta dessas é viável.
2- Quem tem que entender se a Petróbrás está podendo se relacionar com os países árabes neste momento frágil para todos por lá? Nós.
3- Fronteiras: O Exército vai lá e faz o serviço, mas nós podemos contribuir com o pensamento estratégico para isso. Como se dão as relações entre Brasil e Colômbia?
4- Saúde: Quais são as políticas que devem ser feitas para contribuir para a melhoria da saúde para uma cidade brasileira, um Estado? Não são somente políticos que fazem isso, aliás, nós também seremos políticos, ainda que não eleitos pelo povo, mas podemos contribuir com estudos e pesquisas.
5- Bioética: As pílulas para não dormir e trabalhar mais são éticas até que ponto?
6- Organizações Internacionais: Diplomacia, Curso Clio... Voluntariado da ONU... ONGs
7- Direito: Questões Humanitárias, Direitos Humanos, Políticas para defender aqueles que realmente precisam da atenção do governo, pessoa discriminadas e sem acesso ao estudo necessário, pessoas dependentes químicas, desempregados, na fila de espera do sus... Direito Internacional Público: Podemos ajudar a entender a posição do Brasil com relação a questões internacionais. Nosso direito vale mais que o direito internacional? Como julgar certos fatores?
8- Guerras, diplomacia: Quais são os melhores caminhos para o Brasil ganhar espaço no mundo lá fora? Quais as melhores posturas e serem tomadas? Devemos nos relacionar com qualquer país, independente do que seus chefes de estado façam com suas populações? O que é interesse? O que é ética? O que é economia? O que é o Estado?
9- Gestão: Matérias do COPPEAD. Saibam mais sobre empresas em DGEI, sim!
10- Questões Globais: Meio Ambiente, por exemplo. Políticas de construção de empresas e cidades sustentáveis.
Temos um imenso leque de possibilidades, mas tem que se lutar pelo lugar ao sol. Nada virá facilmente em DGEI, a menos que você tenha uma família que já tenha aberto portas para você.
Pessoal, tem muita coisa para ler aí, acho que vocês terão que ler algumas vezes para pegar tudo. Tentei ser realista. Não adianta prometer que seremos os grandes "jogadores de WAR do mundo" (piada interna, quem entrar, entenderá) =), que faremos e colocaremos para funcionar políticas e que mudaremos o mundo, sem muito esforço para isso. Tem que ler muito e se dedicar muito, mas o prêmio será muito bem recebido! A sensação de trabalho cumprido será grandiosa e honrosa.
Boa sorte, Gestores Estratégicos Internacionais!
A nota do enem saiu hein, Corram já!
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
O que as Atividades Complementares têm a ver com conseguir um Estágio?
Olá pessoal, pouco mais de 1 mês sem postar aqui, mas justifico a ausência pelo final de período.
Estudar em DGEI não é moleza não.
Temos muito tempo de aula e os finais de período sugam até a alma!
Temos que virar noites fazendo trabalhos e estudando para provas.
Muitos professores avaliam os alunos com trabalhos em grupo e quando fazem provas, as provas costumam ser de 3 a 5 questões, onde devemos responder em uma ou duas páginas cada questão. Ou seja, temos que escrever muito, provando tudo o que sabemos.
Mas voltando ao assunto do título, o que as atividades complementares têm a ver com se conseguir um estágio?
Muitos entram no curso de DGEI e saem dizendo que não conseguem enxergar futuro... Tenho que dizer que esses que saem são os mesmos que nunca procuraram alguma atividade complementar no curso.
Entendo que o período de início de faculdade não é muito claro. É um universo novo que temos que explorar e muitos de nós ficamos perdidos. Mas é só ir se juntando com o pessoal mais velho, que entende melhor das coisas e buscar uma atividade complementar, que tudo começa a se esclarecer rapidinho.
Vejam só as Atividades Complementares que temos:
1) À princípio, aquele que entra no curso de DGEI já pode se candidatar a entrar no Centro Acadêmico, que possui a função de integrar alunos, levar demandas dos alunos à coordenação, buscar investimentos para o curso, criar um maior diálogo entre a coordenação e os alunos, buscar melhorar todo e qualquer tipo de tópico dentro do curso de DGEI. No ano de 2015, iniciaremos um jornal mensal, teremos a loja de DGEI, com artigos feitos com a marca DGEI, como artigos escolares, vestuário e artigos decorativos. Tem área de esportes à política para os alunos atuarem!
2) Todo aluno que entra no curso pode se candidatar a membro da Comissão Organizadora da Semana de Defesa, evento anual realizado por alunos para discutir academicamente os assuntos relacionados com defesa. Tem várias matérias sobre a Semana de Defesa neste Blog, é só pesquisar na ferramenta de pesquisa, no cantinho superior direito! ;)
3) Aos que terminam o primeiro período, já podem se candidatar às bolsas de monitoria e iniciação científica, basta ficarem atentos às bolsas.
4) Estágio
5) Jornal do curso de DGEI
6) Laboratórios de Pesquisa
7) Qualquer coisa! Basta expandir a criatividade! Qualquer coisa que você goste de fazer deve ser levada em consideração. Esta blog mesmo não existia e eu decidi criar um belo dia. E ele me ajudou a conseguir um estágio... Mas como?
Qualquer atividade tem a sua importância e serve de EXPERIÊNCIA!
Você não precisa esperar que alguém abra as portas para você ter a chance de EXPERIMENTAR o mercado de trabalho. Além de as atividades do curso serem uma porta de entrada para você obter experiência para o mercado de trabalho ou um estágio, sua mente é a porta de entrada. OUSE, CRIE, PARTICIPE!
Como consegui um estágio e como cada passinho que dei na faculdade adiantou para isso?
Primeiro, comecei a me envolver com todas as atividades oferecidas pelo curso.
Este ano decidi me candidatar à monitoria voluntária. Cada monitor recebe uma bolsa de 400,00 se for aprovado na prova de seleção de bolsistas de monitoria, realizada uma vez por ano, mas, se nenhuma matéria te interessar, se candidate a ser monitor voluntário da disciplina que mais lhe agradar. Isso vai te dar a experiência de falar em público, ministrar uma disciplina nos momentos de revisão e se auto descobrir enquanto suas capacidades e habilidades.
Me tornei então, monitora de História dos Grandes Conflitos.
Foi uma experiência ótima.
Sendo assim, postei coisas dessa disciplina no blog...
Uma dessas postagens serviu para eu conseguir ir para a segunda fase do estágio que fui aprovada.
Me candidatei ao Laboratório de Estudos Asiáticos, sendo aceita pela professora Valéria Lopes Ribeiro, do curso de DGEI. Nele produzi um artigo, que também serviu como texto a ser avaliado na primeira fase de seleção do estágio.
Me candidatei à Comissão Organizadora da Semana de Defesa, o que me deu a experiência de organizar um evento acadêmico.
Recebi o convite a partir da criação do blog, de participar do Centro Acadêmico do curso.
Fui a eventos de Relações Internacionais, o que me deu contatos que me ajudaram a conseguir a bolsa de estágio, através do reconhecimento da minha participação efetiva em eventos desta área.
Fui voluntária da primeira Semana de Defesa, o que serviu como experiência que contou para eu participar efetivamente da IV Semana de Defesa.
Diante de toda essa presença que busquei ter dentro do curso, recebi um convite para iniciação científica com a professora Sandra Becker, nossa queridíssima professora de Bioética, Logística e Mobilização Militar e futura Coordenadora de DGEI, tomara! =)
Durante a Semana de Defesa, usei da minha posição dentro da Comissão Organizadora, para conseguir financiamento para o jornal que eu tinha em mente. Realizamos então o jornal, com participação de alunos interesadíssimos na ideia e cobrimos o evento durante três dias, com uma publicação por dia, o que dei mais um impulso ao jornal que o curso trará ano que vem, como iniciativa do centro acadêmico de DGEI.
Link do jornal: http://dgeinafederaldorio.blogspot.com.br/2014/11/jornais-da-iv-semana-de-defesa.html
Tendo entrado como Vice-Diretora de Marketing no Centro Acadêmico, já dei a ideia de criarmos bonequinhos de profissões, já que não existe um para DGEI, assim como existe o de médicos, advogados, etc, e disso surgiu a ideia de criarmos uma loja de DGEI a fim de conseguirmos fundos para o centro acadêmico e futuros investimentos em DGEI, como materiais para aulas, computadores, materiais esportivos, etc.
Enfim gente... cada contato, cada atividade, cada trabalho voluntário, cada conversa com professores, me abriram portas para eu ter o que contar e o que apresentar na hora da entrevista de estágio. Cada minuto de conversa, até mesmo com pessoas indiretas a essas conquistas, foram decisivas para eu receber propostas de trabalho e do estágio.
Na mesma semana em que recebi o chamado para a iniciação científica, minha querida professora Mariana Kalil e Orientadora de TCC, me convidou para ser sua secretária para assuntos de um próximo livro no qual ela deseja participar, me convidando a juntar meu nome e o dela em um artigo juntas, em reconhecimento do meu trabalho voluntário este ano como monitora e com o propósito de me ajudar a iniciar minha carreira acadêmica, com a futura publicação de um artigo com ela.
Caros, as aulas de DGEI são de 16:00 às 22:00, mas o trabalho começa cedo, desde de manhãzinha.
Todos temos o direito de aproveitarmos os dois primeiros anos de faculdade, dormindo até 11 horas da manhã já que a aula é de tardinha, quase de noite, mas depois disso, é preciso lutar, correr atrás de todas as atividades possíveis. Só assim, conseguimos enxergar as portas das possibilidades se abrindo frente aos nossos olhos.
Não é fácil, aliás, desconfie do que vem fácil. Mas DGEI tem ótimas possibilidades de futuro e é NOTA CINCO NO MEC!
Graças ao trabalho de dedicação de alunos, professores e coordenação!
Valorizem isso, busquem e vençam!
Todos podem vencer!
É só aproveitar cada chance que aparecer e lutar pelos seus objetivos.
Não neguem oportunidades, ainda que não sejam exatamente o que tinham em mente. Cada experiência é válida.
Boa sorte!
Estudar em DGEI não é moleza não.
Temos muito tempo de aula e os finais de período sugam até a alma!
Temos que virar noites fazendo trabalhos e estudando para provas.
Muitos professores avaliam os alunos com trabalhos em grupo e quando fazem provas, as provas costumam ser de 3 a 5 questões, onde devemos responder em uma ou duas páginas cada questão. Ou seja, temos que escrever muito, provando tudo o que sabemos.
Mas voltando ao assunto do título, o que as atividades complementares têm a ver com se conseguir um estágio?
Muitos entram no curso de DGEI e saem dizendo que não conseguem enxergar futuro... Tenho que dizer que esses que saem são os mesmos que nunca procuraram alguma atividade complementar no curso.
Entendo que o período de início de faculdade não é muito claro. É um universo novo que temos que explorar e muitos de nós ficamos perdidos. Mas é só ir se juntando com o pessoal mais velho, que entende melhor das coisas e buscar uma atividade complementar, que tudo começa a se esclarecer rapidinho.
Vejam só as Atividades Complementares que temos:
1) À princípio, aquele que entra no curso de DGEI já pode se candidatar a entrar no Centro Acadêmico, que possui a função de integrar alunos, levar demandas dos alunos à coordenação, buscar investimentos para o curso, criar um maior diálogo entre a coordenação e os alunos, buscar melhorar todo e qualquer tipo de tópico dentro do curso de DGEI. No ano de 2015, iniciaremos um jornal mensal, teremos a loja de DGEI, com artigos feitos com a marca DGEI, como artigos escolares, vestuário e artigos decorativos. Tem área de esportes à política para os alunos atuarem!
2) Todo aluno que entra no curso pode se candidatar a membro da Comissão Organizadora da Semana de Defesa, evento anual realizado por alunos para discutir academicamente os assuntos relacionados com defesa. Tem várias matérias sobre a Semana de Defesa neste Blog, é só pesquisar na ferramenta de pesquisa, no cantinho superior direito! ;)
3) Aos que terminam o primeiro período, já podem se candidatar às bolsas de monitoria e iniciação científica, basta ficarem atentos às bolsas.
4) Estágio
5) Jornal do curso de DGEI
6) Laboratórios de Pesquisa
7) Qualquer coisa! Basta expandir a criatividade! Qualquer coisa que você goste de fazer deve ser levada em consideração. Esta blog mesmo não existia e eu decidi criar um belo dia. E ele me ajudou a conseguir um estágio... Mas como?
Qualquer atividade tem a sua importância e serve de EXPERIÊNCIA!
Você não precisa esperar que alguém abra as portas para você ter a chance de EXPERIMENTAR o mercado de trabalho. Além de as atividades do curso serem uma porta de entrada para você obter experiência para o mercado de trabalho ou um estágio, sua mente é a porta de entrada. OUSE, CRIE, PARTICIPE!
Como consegui um estágio e como cada passinho que dei na faculdade adiantou para isso?
Primeiro, comecei a me envolver com todas as atividades oferecidas pelo curso.
Este ano decidi me candidatar à monitoria voluntária. Cada monitor recebe uma bolsa de 400,00 se for aprovado na prova de seleção de bolsistas de monitoria, realizada uma vez por ano, mas, se nenhuma matéria te interessar, se candidate a ser monitor voluntário da disciplina que mais lhe agradar. Isso vai te dar a experiência de falar em público, ministrar uma disciplina nos momentos de revisão e se auto descobrir enquanto suas capacidades e habilidades.
Me tornei então, monitora de História dos Grandes Conflitos.
Foi uma experiência ótima.
Sendo assim, postei coisas dessa disciplina no blog...
Uma dessas postagens serviu para eu conseguir ir para a segunda fase do estágio que fui aprovada.
Me candidatei ao Laboratório de Estudos Asiáticos, sendo aceita pela professora Valéria Lopes Ribeiro, do curso de DGEI. Nele produzi um artigo, que também serviu como texto a ser avaliado na primeira fase de seleção do estágio.
Me candidatei à Comissão Organizadora da Semana de Defesa, o que me deu a experiência de organizar um evento acadêmico.
Recebi o convite a partir da criação do blog, de participar do Centro Acadêmico do curso.
Fui a eventos de Relações Internacionais, o que me deu contatos que me ajudaram a conseguir a bolsa de estágio, através do reconhecimento da minha participação efetiva em eventos desta área.
Fui voluntária da primeira Semana de Defesa, o que serviu como experiência que contou para eu participar efetivamente da IV Semana de Defesa.
Diante de toda essa presença que busquei ter dentro do curso, recebi um convite para iniciação científica com a professora Sandra Becker, nossa queridíssima professora de Bioética, Logística e Mobilização Militar e futura Coordenadora de DGEI, tomara! =)
Durante a Semana de Defesa, usei da minha posição dentro da Comissão Organizadora, para conseguir financiamento para o jornal que eu tinha em mente. Realizamos então o jornal, com participação de alunos interesadíssimos na ideia e cobrimos o evento durante três dias, com uma publicação por dia, o que dei mais um impulso ao jornal que o curso trará ano que vem, como iniciativa do centro acadêmico de DGEI.
Link do jornal: http://dgeinafederaldorio.blogspot.com.br/2014/11/jornais-da-iv-semana-de-defesa.html
Tendo entrado como Vice-Diretora de Marketing no Centro Acadêmico, já dei a ideia de criarmos bonequinhos de profissões, já que não existe um para DGEI, assim como existe o de médicos, advogados, etc, e disso surgiu a ideia de criarmos uma loja de DGEI a fim de conseguirmos fundos para o centro acadêmico e futuros investimentos em DGEI, como materiais para aulas, computadores, materiais esportivos, etc.
Enfim gente... cada contato, cada atividade, cada trabalho voluntário, cada conversa com professores, me abriram portas para eu ter o que contar e o que apresentar na hora da entrevista de estágio. Cada minuto de conversa, até mesmo com pessoas indiretas a essas conquistas, foram decisivas para eu receber propostas de trabalho e do estágio.
Na mesma semana em que recebi o chamado para a iniciação científica, minha querida professora Mariana Kalil e Orientadora de TCC, me convidou para ser sua secretária para assuntos de um próximo livro no qual ela deseja participar, me convidando a juntar meu nome e o dela em um artigo juntas, em reconhecimento do meu trabalho voluntário este ano como monitora e com o propósito de me ajudar a iniciar minha carreira acadêmica, com a futura publicação de um artigo com ela.
Caros, as aulas de DGEI são de 16:00 às 22:00, mas o trabalho começa cedo, desde de manhãzinha.
Todos temos o direito de aproveitarmos os dois primeiros anos de faculdade, dormindo até 11 horas da manhã já que a aula é de tardinha, quase de noite, mas depois disso, é preciso lutar, correr atrás de todas as atividades possíveis. Só assim, conseguimos enxergar as portas das possibilidades se abrindo frente aos nossos olhos.
Não é fácil, aliás, desconfie do que vem fácil. Mas DGEI tem ótimas possibilidades de futuro e é NOTA CINCO NO MEC!
Graças ao trabalho de dedicação de alunos, professores e coordenação!
Valorizem isso, busquem e vençam!
Todos podem vencer!
É só aproveitar cada chance que aparecer e lutar pelos seus objetivos.
Não neguem oportunidades, ainda que não sejam exatamente o que tinham em mente. Cada experiência é válida.
Boa sorte!
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Jornais da IV Semana de Defesa
EXTRA! EXTRA! EXTRA!
PRIMEIRO DIA DA IV SEMANA DE DEFESA
SEGUNDO DIA DA IV SEMANA DE DEFESA
TERCEIRO DIA DA IV SEMANA DE DEFESA
É isso pessoal, deu trabalho, mas foi super gratificante!
Até a próxima!
domingo, 19 de outubro de 2014
Intercâmbio do Aluno Marco Antonio Alves ou, "Baiano" simplesmente =)
Conversei com o aluno mais conhecido por seus milhões de sotaques, um de cada cantinho do Brasil e tardei a postar sobre sua experiência, mas agora, está aí!
Dedicado com a entrevista, Marco fez um documento por escrito com suas ideias sobre a experiência...
"Eu gostei porque tive a oportunidade de estudar em um universidade europeia, estudei em um universidade com muitas tradições e com mais de 700 anos de existência. Dividi apartamento com estudantes de vários países, conheci diferentes culturas e o povo português."
Marco me apresentou a ideia da Festa de Queima das Fitas, que ocorre no final do inverno e início da Primavera e é a maior festa acadêmica da Universidade.
Pontos Positivos de se estudar em Portugal: Baixos custos com aluguel e alimentação por exemplo. Povo simpático e acolhedor. Marco destaca a importância de se conversar com os nativos para que a experiência seja melhor ainda.
Já como pontos negativos, Marco destaca que Portugal não apresenta muita novidade com relação à língua, por razões óbvias. Além disso, a cultura portuguesa é muito semelhante à brasileira, não havendo, portanto, choque cultural.
Outro ponto positivo é que a Universidade de Coimbra fica na cidade de Coimbra, pequena e por isso, os gastos com transporte foram mínimos. Viver em uma cidade universitária foi uma experiência única para Marco, que lembra que as tradições e rituais desta universidade são centenários. A Universidade de Coimbra foi criada em 1290 e nela estudaram muitos intelectuais brasileiros.
Uma frase que me marcou quando Marco disse: "Toquei na parede e pensei: Caramba, essa parede é mais velha que meu país".
O ponto negativo de se ter escolhido essa universidade foi que muitos estudantes são brasileiros, sendo a Universidade que tem mais brasileiros na Europa, além disso, a cidade de Coimbra é pequena e não oferece tantas novidades como uma cidade grande.
"O que mais me chamou a atenção em Portugal foi ver que lá não existe tanta desigualdade social como aqui no Brasil, ainda que Portugal seja considerado um dos países mais desiguais da Europa".
Algo que incomodou Marco, foi ouvir de professores portugueses que "os novos portugueses" não sabem exigir seus direitos e que são muito acomodados. Algo que tambpem se discute no Brasil...
Recomendações de Marco para quem planeja fazer um intercâmbio:
Não aconselha a ir para Portugal, pois não se vive a experiência de aprender um novo idioma. A cultura é semelhante, existem muitos brasileiros, dificultando que amizades com estrangeiros sejam feitas. Além disso, as universidades portuguesas se assemelham com o nível das universidades brasileiras nos rankings mundiais. Em um intercâmbio, é sempre bom tentar ir para universidades que estejam entre as 50 melhores do mundo.
Marco deixa a recomendação para que alunos interessados em intercâmbio escolham universidades americanas, que estão dentre as melhores do mundo, alemãs e britânicas na Europa e Australianas.
Aproveitando a estadia na Europa, Marco viveu por 3 meses em Londres, tendo assim, uma das melhores experiências que já vivenciou.
Minha opinião: Uma das melhores coisas de se estar na Europa é conhecer a Europa. Tudo muito próximo, podendo se conhecer diferentes países em poucos dias.
Com certeza foi uma experiência que Marco jamais esquecerá.
Valeu pela entrevista, Baiano!
Dedicado com a entrevista, Marco fez um documento por escrito com suas ideias sobre a experiência...
"Eu gostei porque tive a oportunidade de estudar em um universidade europeia, estudei em um universidade com muitas tradições e com mais de 700 anos de existência. Dividi apartamento com estudantes de vários países, conheci diferentes culturas e o povo português."
Marco me apresentou a ideia da Festa de Queima das Fitas, que ocorre no final do inverno e início da Primavera e é a maior festa acadêmica da Universidade.
Pontos Positivos de se estudar em Portugal: Baixos custos com aluguel e alimentação por exemplo. Povo simpático e acolhedor. Marco destaca a importância de se conversar com os nativos para que a experiência seja melhor ainda.
Já como pontos negativos, Marco destaca que Portugal não apresenta muita novidade com relação à língua, por razões óbvias. Além disso, a cultura portuguesa é muito semelhante à brasileira, não havendo, portanto, choque cultural.
Outro ponto positivo é que a Universidade de Coimbra fica na cidade de Coimbra, pequena e por isso, os gastos com transporte foram mínimos. Viver em uma cidade universitária foi uma experiência única para Marco, que lembra que as tradições e rituais desta universidade são centenários. A Universidade de Coimbra foi criada em 1290 e nela estudaram muitos intelectuais brasileiros.
Uma frase que me marcou quando Marco disse: "Toquei na parede e pensei: Caramba, essa parede é mais velha que meu país".
O ponto negativo de se ter escolhido essa universidade foi que muitos estudantes são brasileiros, sendo a Universidade que tem mais brasileiros na Europa, além disso, a cidade de Coimbra é pequena e não oferece tantas novidades como uma cidade grande.
"O que mais me chamou a atenção em Portugal foi ver que lá não existe tanta desigualdade social como aqui no Brasil, ainda que Portugal seja considerado um dos países mais desiguais da Europa".
Algo que incomodou Marco, foi ouvir de professores portugueses que "os novos portugueses" não sabem exigir seus direitos e que são muito acomodados. Algo que tambpem se discute no Brasil...
Recomendações de Marco para quem planeja fazer um intercâmbio:
Não aconselha a ir para Portugal, pois não se vive a experiência de aprender um novo idioma. A cultura é semelhante, existem muitos brasileiros, dificultando que amizades com estrangeiros sejam feitas. Além disso, as universidades portuguesas se assemelham com o nível das universidades brasileiras nos rankings mundiais. Em um intercâmbio, é sempre bom tentar ir para universidades que estejam entre as 50 melhores do mundo.
Marco deixa a recomendação para que alunos interessados em intercâmbio escolham universidades americanas, que estão dentre as melhores do mundo, alemãs e britânicas na Europa e Australianas.
Aproveitando a estadia na Europa, Marco viveu por 3 meses em Londres, tendo assim, uma das melhores experiências que já vivenciou.
Minha opinião: Uma das melhores coisas de se estar na Europa é conhecer a Europa. Tudo muito próximo, podendo se conhecer diferentes países em poucos dias.
Com certeza foi uma experiência que Marco jamais esquecerá.
Valeu pela entrevista, Baiano!
terça-feira, 7 de outubro de 2014
SITE DO CURSO DE DEFESA E GESTÃO ESTRATÉGICA INTERNACIONAL
Vocês sabiam que antes do site do curso de DGEI existir, esse blog era a principal fonte de dados do curso disponível online?
Agora temos o site oficial do curso de DGEI: www.dgei.ufrj.br
Mas não deixem de ler o blog, com opiniões de dentro da casa, mais informal e opinativo!
Avaliação MEC 2014
Neste ano, logo após a primeira turma formada, o curso de Defesa e Gestão Estratégica Internacional foi avaliado pelo MEC (Ministério de Educação e Cultura), que possui como uma de suas funções, avaliar os cursos de graduação no Brasil.
Primeiramente, a reunião foi com os professores, onde a conversa avaliava a história do curso, os desafios, as conquistas e as dificuldades. Depois, os avaliadores percorreram a faculdade, observaram as salas, o número de cadeiras, enfim, toda a infraestrutura para o curso. E não é fácil manter isso tudo organizado.
Por último, o encontro com os alunos.
Nós fomos em massa, interessados em nos apresentar para eles.
Dentre as perguntas, eles perguntaram de cara o que nós temos de oferecer ao mercado de trabalho? qual o nosso diferencial?
Focamos na multidisciplinaridade, no grande leque de conhecimento que esta graduação nos proporciona, com disciplinas que vão de humanas a exatas, humanas à saúde.
Logo depois, perguntaram sobre o que pensamos do curso, quantos estagiam e onde, a opinião pessoal dos alunos (todos tiveram liberdade de falar), as dificuldades para ingressarmos no mercado de trabalho, nossos desafios, que áreas de estudos dentro do curso gostamos mais, por quê escolhemos essa graduação, perguntaram sobre as aulas, os professores e tudo mais.
Os alunos puderam responder citando suas pesquisas, seus estágios, suas histórias, suas dificuldades, suas funções dentro do curso...
Apesar do nervosismo, foi muito interessante a experiência que muitos não passam.
Após a avaliação, um mistério no ar e a notícia de que teríamos de esperar por um mês o resultado.
Menos de duas semanas depois, uma notícia chegou até nós:
DGEI É NOTA MÁXIMA NA AVALIAÇÃO DO MEC JÁ EM SUA PRIMEIRA TURMA FORMADA!!!
A comemoração foi intensa. Alunos passando pelos corredores e se cumprimentando com um "hi-5" por causa da nota cinco.
Nós ainda não tomamos a consciência de como nosso curso é bom.
A segurança para o futuro aumentou extremamente e sabemos que isso é fruto de todos nós. Todos os professores, todos os alunos, todos os funcionários que nos cercam.
Um agradecimento especial para nossa coordenadora, Maria Isabel Sampaio, que certamente ganhou uns fios de cabelo branco ao topar coordenar um curso novo.
Isabel, O-B-R-I-G-A-D-A!
Seu esforço e dedicação fazem e sempre farão parte de nossa história.
NÃO SAIA DE DGEI! ahahaahaah
(Pessoal está pensando em fazer um abaixo assinado, digo logo).
É isso...
Tá na dúvida?
Vem pra DGEI!
As portas se abrirão!
;)
Onde nos encaixamos no mercado de trabalho? Parte 2
"Os governos locais e regionais brasileiros passaram, grosso modo, a desenvolver relações internacionais a partir da década de 1980, especialmente após a constituição de 1988, que deu início ao processo de redemocratização do país." A Constituição de 1988, deu mais destaque ao federalismo, dando autonomia para os Estados, que passaram a buscar, portanto, suas representações do cenário internacional. O nome disso é paradiplomacia, que consiste no envolvimento dos governos subnacionais, que seriam os Estados Federativos, nas Relações Internacionais.
No Brasil, o Estado do Rio de Janeiro foi o pioneiro em ter em sua estrutura um órgão exclusivamente dedicado às Relações Internacionais. Isso não é mera coincidência, visto que antes de 1960, quando a capital foi transferida para Brasília, o estado fora capital por 200 anos.
Aqui no Rio, temos a Coordenadoria das Relações Internacionais, que possui as funções de:
"1) Assessorar o Prefeito e coordenar sua agenda internacional.
2) Apoiar e facilitar a execução da atuação externa das secretarias e órgãos vinculados à prefeitura.
3) Criar sinergias entre os projetos de cunho global levados a cabo pelos órgãos municipais e dar uma maior coerência à política externa da cidade.
4) Identificar oportunidades, formular, negociar e acompanhar iniciativas de cooperação.
5) Negociar e coordenar a implementação de acordos de cooperação e de irmanação.
6) Preparar ou apoiar missões municipais e participar de eventos e atividades no exterior.
7) Ser o interlocutor de organismos e agências internacionais, nacionais (de cunho internacional), órgãos diplomáticos e demais entidades de representação estrangeira.
8) Organizar e apoiar a vinda de delegações e missões estrangeiras ao Rio de Janeiro.
9) Auxiliar na organização de eventos internacionais na cidade."
O campo de Relações Internacionais teve sua criação logo após a Primeira Guerra Mundial, onde foi necessária a junção de esforços de muitos profissionais, de diversos ramos acadêmicos, para buscar entender as causas que levaram à guerra e evitar que isso voltasse a se repetir. Entretanto, os conflitos entre os Estados já vêm de séculos antes, porém, somente no último século que uma cadeira acadêmica passou a existir para estudar estes fenômenos sociais.
As informações ditas até agora foram retiradas de um texto que li por acaso para o estágio que faço (mais tarde farei uma postagem sobre o estágio, como consegui, o que estou achando e tudo mais). O material chama-se CEBRI Artigos/ Volume 3/ Ano 8/ 2013 - A inserção Internacional do Rio de Janeiro, por Leonardo Paz Neves.
Ao ler esta revista, algumas coisas vieram à minha mente e pensei que nos fosse útil saber. Quantos de nós achamos que sabemos das coisas, mas na verdade, nunca fomos pesquisar a fundo o que são essas coisas? Todos sabemos o que são as Relações Internacionais, mas poucos de nós sabemos de verdade explicar o que elas são, como surgiram e para quê existem. Poucos de nós se preocuparam em estudar os primórdios das Relações Internacionais no Brasil. Inclusive eu, que já estou há três anos em uma faculdade que é uma ramificação de RI, moro no RJ e nunca tinha procurado saber da origem das RIs aqui no RJ.
Este texto foi fundamental, porque, juntamente com o estágio que estou fazendo, está esclarecendo na minha cabeça de petropolitana (sim! sou fruto de cidade pequena, sem visão de ampla de mundo que abranja algo fora da tríade "palpável": engenharia, direito e medicina) o que são as RIs e para quê as estudamos.
Sempre achei muito bonito meus professores discutindo o que acontece no mundo, entendendo o que os governos fazem, dando opiniões, e opiniões fortes por sinal, e sempre quis participar de algo que mexesse de verdade com o mundo o qual vivemos. Quando eu tinha meus, sei lá, uns 15 anos, numa aula de matemática, nada a ver com o que eu gostava, uma professora dizia sobre os problemas do país e a importância de se estudar para tentar mudar alguma coisa. Ela disse que cada vez que ela tinha problemas na vida, ela se trancava no quarto para estudar, porque a única saída que ela enxergava para mudar a realidade dela, era estudar. Nem que ela tivesse que estudar chorando. De alguma forma, aquilo foi um primeiro passo para mim. Foi o primeiro passo para eu buscar alguma independência na minha vida. Também foi primeira vez que eu ouvi alguém falando e pensei: "quero ser assim". Só para constar, ela se chama Márcia Spíndola. =)
Todos temos a ambição de melhorar algo, nem que seja pessoal, mas eu sempre quis estar envolvida com algo que mexesse mesmo com as estruturas as quais estamos acostumados. Busquei essa função estudando e repassando conhecimento. Por isso vou seguir o magistério. Mas o mais legal, é ver o interesse do Rio de Janeiro e outros governos do Brasil, nas Relações Internacionais, onde os estudantes podem ser empregados e podem aprender sempre mais, participando ativamente daquilo que mexe com as estruturas dos nossos estados, países, cidades, "mundos". Alunos de RI e DGEI, uni-vos! Existem secretarias de Relações Internacionais onde temos a possibilidade de crescer e participar ativamente daquilo que queremos mudar. A começar pelos nossos Estados.
No Brasil, o Estado do Rio de Janeiro foi o pioneiro em ter em sua estrutura um órgão exclusivamente dedicado às Relações Internacionais. Isso não é mera coincidência, visto que antes de 1960, quando a capital foi transferida para Brasília, o estado fora capital por 200 anos.
Aqui no Rio, temos a Coordenadoria das Relações Internacionais, que possui as funções de:
"1) Assessorar o Prefeito e coordenar sua agenda internacional.
2) Apoiar e facilitar a execução da atuação externa das secretarias e órgãos vinculados à prefeitura.
3) Criar sinergias entre os projetos de cunho global levados a cabo pelos órgãos municipais e dar uma maior coerência à política externa da cidade.
4) Identificar oportunidades, formular, negociar e acompanhar iniciativas de cooperação.
5) Negociar e coordenar a implementação de acordos de cooperação e de irmanação.
6) Preparar ou apoiar missões municipais e participar de eventos e atividades no exterior.
7) Ser o interlocutor de organismos e agências internacionais, nacionais (de cunho internacional), órgãos diplomáticos e demais entidades de representação estrangeira.
8) Organizar e apoiar a vinda de delegações e missões estrangeiras ao Rio de Janeiro.
9) Auxiliar na organização de eventos internacionais na cidade."
O campo de Relações Internacionais teve sua criação logo após a Primeira Guerra Mundial, onde foi necessária a junção de esforços de muitos profissionais, de diversos ramos acadêmicos, para buscar entender as causas que levaram à guerra e evitar que isso voltasse a se repetir. Entretanto, os conflitos entre os Estados já vêm de séculos antes, porém, somente no último século que uma cadeira acadêmica passou a existir para estudar estes fenômenos sociais.
As informações ditas até agora foram retiradas de um texto que li por acaso para o estágio que faço (mais tarde farei uma postagem sobre o estágio, como consegui, o que estou achando e tudo mais). O material chama-se CEBRI Artigos/ Volume 3/ Ano 8/ 2013 - A inserção Internacional do Rio de Janeiro, por Leonardo Paz Neves.
Ao ler esta revista, algumas coisas vieram à minha mente e pensei que nos fosse útil saber. Quantos de nós achamos que sabemos das coisas, mas na verdade, nunca fomos pesquisar a fundo o que são essas coisas? Todos sabemos o que são as Relações Internacionais, mas poucos de nós sabemos de verdade explicar o que elas são, como surgiram e para quê existem. Poucos de nós se preocuparam em estudar os primórdios das Relações Internacionais no Brasil. Inclusive eu, que já estou há três anos em uma faculdade que é uma ramificação de RI, moro no RJ e nunca tinha procurado saber da origem das RIs aqui no RJ.
Este texto foi fundamental, porque, juntamente com o estágio que estou fazendo, está esclarecendo na minha cabeça de petropolitana (sim! sou fruto de cidade pequena, sem visão de ampla de mundo que abranja algo fora da tríade "palpável": engenharia, direito e medicina) o que são as RIs e para quê as estudamos.
Sempre achei muito bonito meus professores discutindo o que acontece no mundo, entendendo o que os governos fazem, dando opiniões, e opiniões fortes por sinal, e sempre quis participar de algo que mexesse de verdade com o mundo o qual vivemos. Quando eu tinha meus, sei lá, uns 15 anos, numa aula de matemática, nada a ver com o que eu gostava, uma professora dizia sobre os problemas do país e a importância de se estudar para tentar mudar alguma coisa. Ela disse que cada vez que ela tinha problemas na vida, ela se trancava no quarto para estudar, porque a única saída que ela enxergava para mudar a realidade dela, era estudar. Nem que ela tivesse que estudar chorando. De alguma forma, aquilo foi um primeiro passo para mim. Foi o primeiro passo para eu buscar alguma independência na minha vida. Também foi primeira vez que eu ouvi alguém falando e pensei: "quero ser assim". Só para constar, ela se chama Márcia Spíndola. =)
Todos temos a ambição de melhorar algo, nem que seja pessoal, mas eu sempre quis estar envolvida com algo que mexesse mesmo com as estruturas as quais estamos acostumados. Busquei essa função estudando e repassando conhecimento. Por isso vou seguir o magistério. Mas o mais legal, é ver o interesse do Rio de Janeiro e outros governos do Brasil, nas Relações Internacionais, onde os estudantes podem ser empregados e podem aprender sempre mais, participando ativamente daquilo que mexe com as estruturas dos nossos estados, países, cidades, "mundos". Alunos de RI e DGEI, uni-vos! Existem secretarias de Relações Internacionais onde temos a possibilidade de crescer e participar ativamente daquilo que queremos mudar. A começar pelos nossos Estados.
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
Funções do Centro Acadêmico de DGEI
PARA QUEM NÃO SABE O QUE FAZ O CENTRO ACADÊMICO DE DEFESA E GESTÃO ESTRATÉGICA INTERNACIONAL, FICA A DICA:
O CADGEI tem como fundamentos:
I- defender os interesses da graduação e dos estudantes em geral e, de cada um, em
particular, perante aos órgãos de Defesa e Gestão Estratégica Internacional, da
Universidade, das autoridades educacionais, ou não, e dos poderes públicos;
II- a soberania e independência perante qualquer entidade externa, pública ou privada,
de dentro ou fora da Universidade;
III- o pensamento democrático, de forma que qualquer aluno de DGEI tenha direito ao
debate, à crítica e à participação neste C.A.;
IV-o bom relacionamento com outros órgãos representativos de graduações de dentro e
fora da Universidade e seus membros;
V- promover e estimular o bom relacionamento e integração entre os corpos discente e
docente da graduação, seus técnicos administrativos e coordenadores.
VI- a expansão do curso de DGEI, no que tange ao seus meios acadêmicos e
administrativos;
VII- a construção de uma Universidade melhor;
VIII- ser peça na expansão das discussões dos Estudos de Defesa entre academia, civis
e militares.
O CADGEI tem como fundamentos:
I- defender os interesses da graduação e dos estudantes em geral e, de cada um, em
particular, perante aos órgãos de Defesa e Gestão Estratégica Internacional, da
Universidade, das autoridades educacionais, ou não, e dos poderes públicos;
II- a soberania e independência perante qualquer entidade externa, pública ou privada,
de dentro ou fora da Universidade;
III- o pensamento democrático, de forma que qualquer aluno de DGEI tenha direito ao
debate, à crítica e à participação neste C.A.;
IV-o bom relacionamento com outros órgãos representativos de graduações de dentro e
fora da Universidade e seus membros;
V- promover e estimular o bom relacionamento e integração entre os corpos discente e
docente da graduação, seus técnicos administrativos e coordenadores.
VI- a expansão do curso de DGEI, no que tange ao seus meios acadêmicos e
administrativos;
VII- a construção de uma Universidade melhor;
VIII- ser peça na expansão das discussões dos Estudos de Defesa entre academia, civis
e militares.
Este ano, teremos as eleições para a nova chapa que liderará o centro acadêmico. As eleições serão nos dias 15 e 16 de outubro.
Não deixem de participar.
Leiam as propostas de cada chapa e votem conscientes.
Tem muito o que ser feito para resolver os problemas do curso e seriedade é mais do que necessário.
Como diz a sucinta frase da Rainha Elizabeth sobre a independência da Escócia: "Pensem no Futuro"
Muito trabalho é necessário para manter a nota cinco que DGEI tirou no MEC.
SIM, DGEI É NOTA MÁXIMA (5) NO MEC!
Aliás, estou devendo uma cobertura sobre a avaliação do MEC, mas a falta de tempo me pegou.
Estou pensando em abrir um processo seletivo para ajudante no blog... =)
Uma boa noite!
terça-feira, 16 de setembro de 2014
Semana de Defesa e Gestão Estratégica Internacional
Galera,
Estão abertas as inscrições para a IV Semana de Defesa no site www.semanadefesa.com.br
Vejam o evento no facebook: https://www.facebook.com/events/357454084413284/?fref=ts
Já temos algumas participações confirmadas!
Teremos:
1) Uma mesa com apresentações dos laboratórios de pesquisa relacionados com o curso de DGEI.
2) Palestra com professores da COPPEAD, instituto que faz parte do núcleo de ensino de DGEI e entre os melhores núcleos de estudos de markenting e administração da América Latina.
3) Palestra da ONU-Brasil
4) Palestra sobre diplomacia
5) Mini cursos
6) Palestra da COPPE
7) Uma mesa com a apresentação de todos os projetos inovadores realizados por alunos de DGEI
8) Uma mesa de direitos humanos
9) E palestras sobre narcotráficos
Além disso, teremos um ambiente positivo, com espaço para debates, troca de ideias, coffee-breaks com muita energia, conhecimento e muito mais.
Contamos com o apoio do Le monde Diplomatique Brasil para brindes nas sacolas ecobags dadas ao início do evento.
Um agradecimento especial ao Le Monde.
Aguardamos vocês nos dias 29, 30 e 31 de outubro no Fundão!
Vem conhecer DGEI!
Estão abertas as inscrições para a IV Semana de Defesa no site www.semanadefesa.com.br
Vejam o evento no facebook: https://www.facebook.com/events/357454084413284/?fref=ts
Já temos algumas participações confirmadas!
Teremos:
1) Uma mesa com apresentações dos laboratórios de pesquisa relacionados com o curso de DGEI.
2) Palestra com professores da COPPEAD, instituto que faz parte do núcleo de ensino de DGEI e entre os melhores núcleos de estudos de markenting e administração da América Latina.
3) Palestra da ONU-Brasil
4) Palestra sobre diplomacia
5) Mini cursos
6) Palestra da COPPE
7) Uma mesa com a apresentação de todos os projetos inovadores realizados por alunos de DGEI
8) Uma mesa de direitos humanos
9) E palestras sobre narcotráficos
Além disso, teremos um ambiente positivo, com espaço para debates, troca de ideias, coffee-breaks com muita energia, conhecimento e muito mais.
Contamos com o apoio do Le monde Diplomatique Brasil para brindes nas sacolas ecobags dadas ao início do evento.
Um agradecimento especial ao Le Monde.
Aguardamos vocês nos dias 29, 30 e 31 de outubro no Fundão!
Vem conhecer DGEI!
Resumo da disciplina Segurança da Informação - Professor Henrique Paiva - Por: Dominique
O Estado possui 3 fases de poder:
O Poder Real (atual), onde o poder é exercido, as leis são implementadas, existe toda uma propaganda que influencia as pessoas...
O Poder Potencial, que é o poder latente e que precisa ser acionado. Existe toda uma gama de dados que precisam ser acessadas para que este poder possa fluir.
E o Poder Virtual, que depende de pesquisa e de desenvolvimento, de conhecimento, precisa lidar com a competitividade.
Aqui entra a Segurança da Informação.
Proteger a tecnologia sensível é estratégico para o Estado.
Na história existem diversos autores que definem o que é Estado. Weber diz que é aquele que é dono dos meios de coerção através da violência, Marx e Lênin, falam mais do lado financeiro, aquele que regula o capital financeiro. Para outros, é aquele que é reconhecido como autoridade, enfim...
O Estado hoje em dia, precisa lidar com esse Poder Informacional para conseguir se manter no poder. Vejam os casos de espionagem norte-americana nos últimos anos.
Por que será que é interessante para os Estados Unidos buscarem tantas informações assim?
Algo interessante sobre isso é que Osama e seus parceiros driblaram o serviço de inteligência norte-americano facilmente, usando bilhetes escritos à mão e entregues pessoalmente por membros da Al Qaeda.
O poder cibernético coordena as diferentes informações para abrir um caminho específico. O governo controla isso por meio de hackers. As empresas também.
Hoje em dia, tudo está conectado à internet e, por isso, tudo vira dados. Dados estes, que serão super úteis para o Estado na formulação de suas políticas de segurança.
Pesquisa e Desenvolvimento aumentam o poder virtual do Estado, mas hoje, há uma crescente militarização do espaço cibernético, visto que as forças armadas que possuem os meios de coordenar o que acontece no campo virtual. Isso é ruim pois limita a capacidade de o Estado se defender porque eles trabalham com um nível altíssimo de segurança.
Paradoxo Informacional: Quanto mais meios de conseguir informações um Estado tem, mais vulnerável ele fica. Vejam o caso Snowden.
Mas o caso dele, não era segurança cibernética, mas sim, segurança humana, pois ele não fez nada como clonagem ou roubo de senhas, eles apenas copiou informações e as expôs.
Interdependência Complexa e Assimétrica: os passos dados pelos Estados Unidos, por exemplo, são muito maiores que dos outros países. Por isso, é assimétrico. A interdependência vem do mundo que vivemos hoje, onde claramente os países são interdependentes;
Por exemplo, o choque do Petróleo em 1973, fez com que os países dependentes do petróleo tivessem que transferir suas indústrias para países onde os custos de produção fossem mais baratos. Então, países como o Brasil, foram beneficiados por essa vinda de indústrias para os países periféricos. Isso faz com que os países que exportam essas indústrias, tivessem que aumentar seus poderes de logística e controle sobre essas indústrias. Acontece que a década de 80 foi uma década perdida pois os países foram extramente prejudicados por dependerem do petróleo, logo, a solução, foi aumentar os juros que eram baixos e flutuantes. Assim, os países mais desenvolvidos poderiam voltar a ganhar o dinheiro que perderam com a crise do petróleo. Isso gerou um aumento gigantesco da dívida pública dos países periféricos. Logo, década perdida.
Isso gerou o neoliberalismo, imposto para que os países periféricos pudessem pegar empréstimos com o FMI, etc.
Vejam como as coisas estão conectadas.
Uma decisão dos países produtores de Petróleo afeta praticamente todos os países do mundo por décadas.
O que será do futuro dos Estados sem o controle de suas informações?
Como saber quais as melhores decisões a serem tomadas, para que não se perca o controle de suas riquezas e ganhos?
É por isso que temos essa disciplina.
Esse foi um breve resumo do que estudamos na disciplina Segurança da Informação, administrada pelo professor Henrique Paiva.
O Poder Real (atual), onde o poder é exercido, as leis são implementadas, existe toda uma propaganda que influencia as pessoas...
O Poder Potencial, que é o poder latente e que precisa ser acionado. Existe toda uma gama de dados que precisam ser acessadas para que este poder possa fluir.
E o Poder Virtual, que depende de pesquisa e de desenvolvimento, de conhecimento, precisa lidar com a competitividade.
Aqui entra a Segurança da Informação.
Proteger a tecnologia sensível é estratégico para o Estado.
Na história existem diversos autores que definem o que é Estado. Weber diz que é aquele que é dono dos meios de coerção através da violência, Marx e Lênin, falam mais do lado financeiro, aquele que regula o capital financeiro. Para outros, é aquele que é reconhecido como autoridade, enfim...
O Estado hoje em dia, precisa lidar com esse Poder Informacional para conseguir se manter no poder. Vejam os casos de espionagem norte-americana nos últimos anos.
Por que será que é interessante para os Estados Unidos buscarem tantas informações assim?
Algo interessante sobre isso é que Osama e seus parceiros driblaram o serviço de inteligência norte-americano facilmente, usando bilhetes escritos à mão e entregues pessoalmente por membros da Al Qaeda.
O poder cibernético coordena as diferentes informações para abrir um caminho específico. O governo controla isso por meio de hackers. As empresas também.
Hoje em dia, tudo está conectado à internet e, por isso, tudo vira dados. Dados estes, que serão super úteis para o Estado na formulação de suas políticas de segurança.
Pesquisa e Desenvolvimento aumentam o poder virtual do Estado, mas hoje, há uma crescente militarização do espaço cibernético, visto que as forças armadas que possuem os meios de coordenar o que acontece no campo virtual. Isso é ruim pois limita a capacidade de o Estado se defender porque eles trabalham com um nível altíssimo de segurança.
Paradoxo Informacional: Quanto mais meios de conseguir informações um Estado tem, mais vulnerável ele fica. Vejam o caso Snowden.
Mas o caso dele, não era segurança cibernética, mas sim, segurança humana, pois ele não fez nada como clonagem ou roubo de senhas, eles apenas copiou informações e as expôs.
Interdependência Complexa e Assimétrica: os passos dados pelos Estados Unidos, por exemplo, são muito maiores que dos outros países. Por isso, é assimétrico. A interdependência vem do mundo que vivemos hoje, onde claramente os países são interdependentes;
Por exemplo, o choque do Petróleo em 1973, fez com que os países dependentes do petróleo tivessem que transferir suas indústrias para países onde os custos de produção fossem mais baratos. Então, países como o Brasil, foram beneficiados por essa vinda de indústrias para os países periféricos. Isso faz com que os países que exportam essas indústrias, tivessem que aumentar seus poderes de logística e controle sobre essas indústrias. Acontece que a década de 80 foi uma década perdida pois os países foram extramente prejudicados por dependerem do petróleo, logo, a solução, foi aumentar os juros que eram baixos e flutuantes. Assim, os países mais desenvolvidos poderiam voltar a ganhar o dinheiro que perderam com a crise do petróleo. Isso gerou um aumento gigantesco da dívida pública dos países periféricos. Logo, década perdida.
Isso gerou o neoliberalismo, imposto para que os países periféricos pudessem pegar empréstimos com o FMI, etc.
Vejam como as coisas estão conectadas.
Uma decisão dos países produtores de Petróleo afeta praticamente todos os países do mundo por décadas.
O que será do futuro dos Estados sem o controle de suas informações?
Como saber quais as melhores decisões a serem tomadas, para que não se perca o controle de suas riquezas e ganhos?
É por isso que temos essa disciplina.
Esse foi um breve resumo do que estudamos na disciplina Segurança da Informação, administrada pelo professor Henrique Paiva.
sábado, 6 de setembro de 2014
Ônibus Intercampi UFRJ
A UFRJ oferece linhas entre os campus, entre bonsucesso e a cidade universitária, entre xerém e a cidade universitária e entre avenida brasil e cidade universitária, e até o centro da cidade (praça XV) de graça.
Os horários podem ser conferidos no site http://www.prefeitura.ufrj.br/index.php/linhas-intercampi
Os pontos onde os ônibus param são na
Av. Franklin Roosevelt, em frente ao banco Santander, quase virando pra Av. Antônio Carlos
Em frente ao FORUM, na Av. Antônio Carlos, próximo à praça XV
Em frente a Embratel, na Presidente Vargas
Na Central
Na Cidade Nova e
Na Leopoldina.
*estes pontos servem para a linha praia vermelha-fundão também.
Eu só conseguirei chegar na aula 18:00 horas com esse ônibus intercampi depois do estágio, que saio às 17:00. As opções do centro até a cidade universitária são: ou metô até o nova américa e lá pega-se o ônibus integração, ou metrô até a cidade nova e de lá pega-se o 485, que fica escasso depois das 16 horas, ou os ônibus para a ilha de governador, que deveriam entrar sempre no fundão e deixar passageiros no terminal do fundão, mas que não entram no fundão no fim de tarde por causa do trânsito. O legal é que isso não é ordem da empresa, mas um acordo entre os motoristas, que no Rio de Janeiro em geral, decidem o caminho que irão fazer, os pontos em que irão parar, etc.
Ao contrário dos motoristas municipais, os da UFRJ são super educados, conversam com você, entendem seu problema e te passam até o celular deles para você saber onde eles estão e você ficar sabendo se vale à pena esperar por ele ou não.
Tenho orgulho de ser dessa universidade. Temos bandejão dia e noite e inclusive, fins de semana, temos bolsas de tudo quanto é tipo (alojamentos, pesquisa, etc) e temos transporte de graça até o centro da cidade e para outros Campus.
É isso.
Vem pra UFRJ, vem pra DGEI!
Os horários podem ser conferidos no site http://www.prefeitura.ufrj.br/index.php/linhas-intercampi
Os pontos onde os ônibus param são na
Av. Franklin Roosevelt, em frente ao banco Santander, quase virando pra Av. Antônio Carlos
Em frente ao FORUM, na Av. Antônio Carlos, próximo à praça XV
Em frente a Embratel, na Presidente Vargas
Na Central
Na Cidade Nova e
Na Leopoldina.
*estes pontos servem para a linha praia vermelha-fundão também.
Eu só conseguirei chegar na aula 18:00 horas com esse ônibus intercampi depois do estágio, que saio às 17:00. As opções do centro até a cidade universitária são: ou metô até o nova américa e lá pega-se o ônibus integração, ou metrô até a cidade nova e de lá pega-se o 485, que fica escasso depois das 16 horas, ou os ônibus para a ilha de governador, que deveriam entrar sempre no fundão e deixar passageiros no terminal do fundão, mas que não entram no fundão no fim de tarde por causa do trânsito. O legal é que isso não é ordem da empresa, mas um acordo entre os motoristas, que no Rio de Janeiro em geral, decidem o caminho que irão fazer, os pontos em que irão parar, etc.
Ao contrário dos motoristas municipais, os da UFRJ são super educados, conversam com você, entendem seu problema e te passam até o celular deles para você saber onde eles estão e você ficar sabendo se vale à pena esperar por ele ou não.
Tenho orgulho de ser dessa universidade. Temos bandejão dia e noite e inclusive, fins de semana, temos bolsas de tudo quanto é tipo (alojamentos, pesquisa, etc) e temos transporte de graça até o centro da cidade e para outros Campus.
É isso.
Vem pra UFRJ, vem pra DGEI!
Assinar:
Postagens (Atom)






















