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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Em que casos estudantes de DGEI seriam interessantes?

 Aqui neste blog, vou colocar opiniões de professores e alunos sobre um mercado de trabalho promissor para Defesa e Gestão Estratégica Internacional.

  Há professores realmente envolvidos com nossa inserção no mercado de trabalho e que estão fazendo materiais como vídeos, slides, além de aulas mais interativas com o propósito de nos dar uma ideia de como poderemos trabalhar.

 O curso de DGEI terá sua primeira turma formada em 2013, e no próximo ano e então, teremos uma real noção de como os jovens aventurados neste novo curso serão inseridos no mercado de trabalho. Neste vídeo que colocarei para vocês, dá para entender a falta de profissionais como nós no governo e empresas brasileiras.

 No último mês, o Brasil se encontrou como alvo de espionagem norte-americana e um dos casos de espionagem foi a empresa Petrobrás. No programa "Entre aspas" da Globo News, percebi as formas como um profissional da área de estratégia pode atuar. Os americanos cobiçam a tecnologia brasileira. Como o país pode se proteger dessa cobiça?

 Sobre este caso, a presidente Dilma afirmou: "O motivo não é segurança, mas interesses econômicos e estratégicos." 

  Os Estados Unidos possuem a boa estratégia de reservar seu petróleo e usar o petróleo de outros países.

  Sendo assim, quando acabar o "ouro negro", quem o terá, serão eles. Mas para isso, possuem um enorme poder militar; investem pesado em armamentos e por isso, são a maior potência militar do mundo.

 Logo, estão preparados para um combate a qualquer momento, até porque, isso facilita em muito a dominação de setores importantes e estratégicos de outros países.

 É como lidar com o valentão que rouba seu lanche na escola. Faça primeiro o que ele quer, depois pense em como derrubá-lo, e se não se preparar para isso, ele continuará roubando seu lanche porque é mais forte do que você. Por isso o Brasil tem que investir em Defesa e Estratégia para subir os degraus até o desenvolvimento.

  Se desenvolver não é apenas investir em educação, mas além disso, estudar formas de proteção a sua economia, dos recursos naturais, das empresas estratégicas. É preciso primeiro crescer, para saber lidar com os interesses de outros países e não, entregar o ouro para depois pensar em como tomá-lo de volta.

 Os países desenvolvidos fizeram, fazem e sempre que puderem, farão espionagens de modo a manter seu status quo. Querem se manter no topo, comandando as ordens de um mundo competitivo. Para isso, é preciso criar novas estratégias de proteção a esse tipo de caso, além de repensar as estratégias já antes criadas e que se encontram defasadas.

 O Petróleo é um dos principais setores estratégicos do país e caso, no futuro, seu preço caia bruscamente, por um possível surgimento de outra fonte de abastecimento que não ele, teremos um prejuízo de bilhões.

 O Brasil precisa aumentar seus investimentos em pesquisas para que estejamos à frente quando mudanças como essas acontecerem. E precisa além de tudo, de profissionais que saibam como fugir da espionagem que pode travar o desenvolvimento do país, criando sempre linhas de estratégias diferentes, para que assim, esteja cercado por todos os lados e continue se desenvolvendo enquanto país, enquanto economia e enquanto sociedade.

Vejam a matéria completa no link abaixo:
  http://globotv.globo.com/globonews/entre-aspas/v/especialistas-debatem-espionagem-americana-no-brasil-e-interesses-do-petroleo/2816232/

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