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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Uma visão sobre as palestras

Um resumo das palestras:

A semana contou com a presença de alunos de DGEI e interessados, fora do curso.
A maioria dos palestrantes compareceu e tenho certeza de que as palestras foram importantes para agregar conhecimento a todos os presentes.
Embora nosso curso seja distinto da área militar, ainda temos que adquirir muito conhecimento vindo de quem sempre esteve com a permissão de cuidar de Defesa.
Defesa é um assunto muito sério para ser objeto de cuidado apenas dos militares, afinal, os civis comandam as presidências dos 3 poderes.

O palestrante Frank Márcio da ABIN salientou que a ABIN pode ser o destino de muitos dos graduandos em DGEI. Também disse que espionagem sempre se trata de algo secreto e que, na teoria, é muito bonito dizer que não se faz espionagem, mas que na prática, todos já sabem que existe a espionagem como aconteceu nas acusações aos Estados Unidos recentemente. É uma questão de estratégia. O campo cibernético, as informações de sites é o único local onde os Estados Unidos não possuem soberania, então, eles acabaram por optar usar dessa estratégia para continuar mantendo sua homogeneidade.
A opinião dele é que mesmo parecendo que uma atitude que venhamos a tomar não afete a ninguém, ela sim, afeta de fato e que, por isso, o melhor é sempre agir corretamente, cada um fazendo a sua parte.

Alunos de DGEI dentro dos territórios militares
Muitos dos alunos de DGEI já participam de grupos de pesquisa na EGN, onde lá também participam de diversos jogos onde ocorre a simulação de casos específicos relacionados a Defesa ou outros assuntos.
Logo, tentarei fazer uma entrevista com pesquisadores da Escola de Guerra Naval (EGN) para explicar melhor a atividade destes alunos lá.

Como grande destaque na área mais diplomática, temos a última mesa, que tratou das questão das Malvinas, com a presença do Cônsul Argentino Sebastian D`Alessio.
                                         Por: Carolina Brandão


Tivemos a introdução do assunto com o nosso Professor Eduardo Crespo e o desenvolvimento com o palestrante Lucas Barreiros, de Harvard.
Foi salientado que o povo residente neste território (2 mil habitantes) tem o direito de se sentir argentino ou não e que no último censo realizado, foi perguntado aos habitantes como se sentiam, se se sentiam argentinos ou ingleses.
Mas que também, por direito, este território é sim, argentino, devido aos Tratados já pré-estabelecidos ao longo da história e que, os países do cone Sul, deveriam se unir para fortalecer a Argentina neste caso, que se torna uma questão regional, visto que seria uma grande perda um controle europeu em mares sul-americanos. É uma questão estratégica de Defesa para a própria região como um todo.





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